Resenha | Uma Sombra Ardente e Brilhante (Kingdom on Fire #1) - Jessica Cluess:

Título: Uma Sombra Ardente e Brilhante
Autora: Jessica Cluess
Páginas: 336
Nota:3,2/5
Skoob: Link

Sinopse: O primeiro livro da série de Jéssica Cluess, perfeito para surpreender fãs de fantasias já bem habituados com magia, profecias e triângulos amorosos Henrietta Howel tem o poder de explodir em chamas. Quando é obrigada a expor suas habilidades ela tem certeza de que será executada. Apenas os feiticeiros podem usar magia, e nenhum deles é mulher. Ela se surpreende quando não só é poupada da guilhotina, mas também nomeada a primeira feiticeira em séculos. Ela é a garota profetizada, aquela que derrotará os Ancestrais – seres sanguinários que aterrorizam a humanidade. Henrietta então passa a treinar dia e noite com um grupo de feiticeiros ansiosos para testar as habilidades – e o coração – da garota da profecia. Mas será que Henrietta é mesmo a garota da profecia?
Opinião:
Um mundo onde as mulheres não são muito aceitas como feiticeiras no mundo dominado por feiticeiros, elas são vistas com mal gosto. Bom a história de Uma Sombra Ardente e Brilhante é a respeito de Henrietta Howel uma jovem que trabalhava como tutora no colégio que estudo, mas que sofria nas mãos do diretor do colégio junto com o seu melhor amigo Rook que é considerado um impuro, por conta das marcas que possui pelo copo, por ser vitima  de um dos Ancestrais. Ela possui segredos e que só uma pessoa sabia até o momento, mas a situação muda quando um Feiticeiro vai ao colégio procurando algo e após uma situação descobre que  a Henrietta consegue controlar o fogo e que ela pode ser a Feiticeira da profecia com o poder de derrotar o Ancestrais, mas ela não está bem confiante com essa descoberta.
Ela vai com o Feiticeiro Agripa para que possa realizar o treinamento com outros jovens que possuem praticamente a mesma idade que ela, na qual dois dos jovens que ela conhece é o Magnus e Blackwood, mas ela precisa ligar com aqueles que não aceitam uma mulher como Feiticeira, pois foi uma mulher que colocou eles nessa situação de perigo. 
Ela ainda descobre algumas coisas a respeito de deus pais e também sobre ela mesma, mas que acaba sendo um segredo, já que pode acabar com a chance de melhorar a sua vida e a de seu melhor amigo. Uma jovem que cai de cara em uma nova situação e ainda precisa lidar com o peso das mentiras.
“Os feiticeiros eram diferentes de todos os outros, irremediavelmente diferentes. (...) Meu caminho atual estava me levando para longe de pessoas como Lilly, Charley e Rook, os tipos com quem eu havia crescido. O tipo de pessoa que eu havia sido.”
Henrietta é uma jovem que lidou com a perda dos pais e depois com o abandono da tia, que se vêm um mundo cheio de magia, na qual precisa conquistar o seu lugar em um mundo dominados por homens, uma personagem que ainda tem o que amadurecer e aprender a lidar com essas novas descobertas. 
O Magnus é aquele cara que fica dando encima da Henrietta a torta e a direita, descarado, ou seja um espirito dele e confesso que não shippei nem um pouco ele com a protagonista, fiquei com um pé atrás com ele a leitura toda. Já o Blackwood é um personagem que aparenta ser frio, mas ele teve que amadurecer muito cedo para tomar posse de um legado cheio de responsabilidade e sem a oportunidade de fazer amigos, ele é duro com a Henrietta porque pensa no melhor para o seu povo, ainda mais na questão da garota da profecia e por fim Rook o melhor amigo da protagonista que também passa por um período de descobertas, mas que não podem ser considerados boas como ele pensa.

Esse livro além de ser uma fantasia também mostra as dificuldades de mulheres feiticeiras, na verdade mulheres ao todo serem aceita em outros lugares que não seja cuidando da casa e dando aulas, então ele precisa provar que é capaz como qualquer um. 
Uma coisa que percebi é como teve personagem que pode enganar fácil, não acreditei que um dos amigos dela foi capaz de fazer uma coisa e falar algumas palavras detestáveis, a coitada teve que enfrentar algumas traições.
Uma história legal de se ler, mas espero que como esse o segundo livro ainda mantenha o romance em segundo plano e de mais destaque a luta para derrotar os ancestrais.
Bom a resenha não ficou como queria, mas já é alguma coisa, levei um mês para ler esse livro, mas não porque ele é chato e sim porque estou lotada de trabalhos por esses dias.

“Blackwood assentiu para mim, o retrato da boa educação, mas entendi. Ele não me aceitaria como igual. Ele não me considerava uma feiticeira”. 
 "Nunca vou me casar. Nenhum homem me deixaria participar de batalhas, e eu não iria querer ninguém que pudesse me impedir de cumprir meu dever."
“Nenhuma vida inocente é mais valiosa do que outra. Nunca”.

Denise Crivelli, 27 anos, sul-mato-grossense, formada em Publicidade e estudante de Administração, viciada em livros, doramas e séries.

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